Ministérios agem para evitar apagão administrativo

Neste ano acontecerá a terceira e última rodada de substituições de funcionários terceirizados por servidores efetivos na administração federal direta.

Tudo está dentro do cronograma, mas os ministérios onde a presença da mão de obra irregular é mais acentuada deflagraram ações de gestão que têm como objetivo promover uma transição sem traumas e sem riscos de descontinuidades. Está no Correio Braziliense de ontem (17/02) uma reportagem sobre o assunto escrita pelo jornalista Luciano Pires:

Ao mesmo tempo em que correm para cumprir a determinação legal de substituir toda a mão de obra irregular terceirizada por servidores concursados, órgãos públicos federais também decidiram adotar medidas emergenciais para evitar um “apagão” administrativo. Os ministérios em que a terceirização se instalou com mais força preparam um tipo de transição cuidadosa: alguns adaptaram rotinas, outros planejam treinar os novatos que ainda nem chegaram.

O objetivo é preservar programas e áreas estratégicas, impedindo que a troca de guarda paralise a máquina. As áreas mais sensíveis são Saúde, Educação e Justiça. Os órgãos ligados ao setor de infraestrutura também têm muita gente fora dos padrões.

Ascom-Rezende

Fonte: Correio Braziliense/ Blog do Servidor (Luciano Pires)

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