Bahia pode exportar frutas industrializadas para a China

Foto: Alexandre Amissi (Divulgação)

Maior produtor de frutas de mesa, (uva e manga) de exportação do Brasil, o Vale do São Francisco pode passar a exportar sucos e frutas desidratadas e em compota para a China. Esse é o objetivo das negociações que estão sendo realizadas pela missão da agropecuária baiana à República Popular da China com a Sun-Daity Shandong Shengdetai Food Co. “Eles são detentores de alta tecnologia, têm nhow how de industrialização, e os nossos fruticultores tem nhow how de produção. Essa junção deve gerar excelentes resultados”, disse o secretário estadual da Agricultura, Eduardo Salles, entusiasmado com os resultados que estão sendo colhidos na China.

Diretor-presidente da Special Fruit e representante do Instituto da Fruta, Suemi Koshiama, apresentou aos empresários chineses as oportunidades de negócios na Bahia, e em especial no Vale do São Francisco, e disse que eles ficaram empolgados com a possibilidade de investir no Estado. “Os diretores da Sun-Dainty demonstraram interesse em uma parceria e vamos aprofundar as negociações”, disse Koshiama. A idéia é de que o grupo chinês invista juntamente com o grupo brasileiro, unindo as experiências de cada um dos grupos para a produção de sucos, comportas e frutas tropicais desidratadas, tendo como destino o mercado chinês, que consome tradicionalmente as frutas tropicais.

Convidados pelo secretário Eduardo Salles, os empresários da Sun-Danity Shandong Shengdetai Food Co deverão vir à Bahia para conhecer o Vale do São Francisco. “São boas as oportunidades de gerar negócios”, disse o secretário.

A terça-feira da comitiva baiana na China foi de muita atividade na cidade de Laiwu, onde o ônibus da delegação chegou escoltado por batedores da polícia. Recebida pelo vice-prefeito local, a missão da agropecuária baiana visitou três indústrias, de processamento de frutas, de alho e de gengibre, e conheceu ainda uma criação de porcos pretos, uma raça existente há mais de cinco mil anos, cuja carne custa pelo menos cinco vezes mais que o considerado porco comum.

Ascom-Rezende

Fonte:
Seagri Imprensa
Josalto Alves – DRT-Ba 931

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